Conceito de Relação no Trabalho

 

Através da Etmoligia podemos encontrar diferentes conceitos da palavra.

Entretanto, quando tratado no âmbito profissional temos a seguinte conclusão:

"Uma relação é uma correspondência ou conexão entre algo ou alguém com outra coisa ou outra pessoa, com a ideia de relação que faz referência às amizades ou conhecimentos influentes (Vínculo Empresarial)".

Leia mais: Conceito de relações - O que é, Definição e Significado http://conceito.de/relacoes#ixzz3gdqbigsV"

 

Relação de trabalho é o vínculo estabelecido no âmbito do trabalho, que fazem referência as as relações entre o Trabalhador (MOB - Mão de Obra Bruta) e o Capital (Pago pelo Empregador) dentro do processo produtivo.

Estas são reguladas por meio de um contrato de trabalho, onde são estipuladas as obrigações e direitos das partes (Empregador e Empregado).

Conceito de Contrato de Trabalho: Art 442 a Art 456 CLT 

 

Trabalho Autônomo

 

Autonomia é sinomimo de independência, tendo relativo grau de liberdade porém Limitada. Funcionário liberal que exerce de forma habitual por conta própria, atividade profissional remunerada, sem nenhum vínculo emrpegatício, assumindo assim o risco de suas atividades. Este profissional organiza, disciplina e controla suas atividades sem qualquer tipo de Subordinação Hierarquica, explorado em proveito prórprio sua força de trabalho.

 

É um tipo de atividade em que o profissional se raciona com vários clientes de forma habitual, estando amparado pela Previdência Social.

 

Assédio Moral

 

Situações de costrangimento e/ou humilhação de forma reiterada durante a jornada de trabalho no exercício de suas funções, normalmente advindas das relações hierárquicas diretas ou não, no qual predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração podem ser indícios de Assédio Moral.

 

"Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima."

 

Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Este, pressupõe:

  1. repetição sistemática
  2. intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)
  3. direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)
  4. temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)
  5. degradação deliberada das condições de trabalho

 

Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato, devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.

Leia mais: http://www.assediomoral.org/spip.php?article1